Bruno Aragaki em São Paulo
Reunidos em assembléia na noite desta quarta-feira (16), cerca de 300 estudantes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) pedem a renúncia do reitor, Ulisses Fagundes Neto. Ele admitiu ter usado cartão corporativo para fins pessoais e classificou o ato como um "equívoco".
Os alunos decidem, agora, qual tática de protesto adotarão -- as propostas vão de greve à ocupação de reitoria.
"Por enquanto, a maioria dos estudantes não é favorável a entrar na reitoria", disse Matheus Lima, coordenador de comunicação do DCE (Diretório Central dos Estudantes), "mas é unânime o pedido de renúncia do reitor".
Para os estudantes reunidos no campus de São Paulo - a universidade tem outros quatro, no litoral, grande São Paulo e interior, com 4.200 alunos no total - ocupar a reitoria, neste momento, "abalaria a relações com reitoria", afirmou Lima.
Convocado a prestar depoimento na CPI dos Cartões, Faguntes Neto disse à imprensa, nesta tarde, que "não agiu de má fé" ao utilizar dinheiro público em compras no exterior.
"Tanto foi que devolvi o dinheiro todo", disse. "Eu faço a compra com o cartão, vem a fatura. Aquilo que não é elegível eu pago com o meu dinheiro. Foi o que aconteceu", defendeu-se.
Segundo o reitor, o uso do cartão foi um erro
Entre os gastos de Neto com o cartão da universidade, estariam compras em lojas de eletrônicos nos Estados Unidos, malas em Hong Kong e cerâmicas na Espanha, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.
Para os estudantes reunidos no campus de São Paulo - a universidade tem outros quatro, no litoral, grande São Paulo e interior, com 4.200 alunos no total - ocupar a reitoria, neste momento, "abalaria a relações com reitoria", afirmou Lima.
Convocado a prestar depoimento na CPI dos Cartões, Faguntes Neto disse à imprensa, nesta tarde, que "não agiu de má fé" ao utilizar dinheiro público em compras no exterior.
"Tanto foi que devolvi o dinheiro todo", disse. "Eu faço a compra com o cartão, vem a fatura. Aquilo que não é elegível eu pago com o meu dinheiro. Foi o que aconteceu", defendeu-se.
Segundo o reitor, o uso do cartão foi um erro
Entre os gastos de Neto com o cartão da universidade, estariam compras em lojas de eletrônicos nos Estados Unidos, malas em Hong Kong e cerâmicas na Espanha, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.
Tá difícil filosofar num país como este viu? Paciência... To achando que o eskema é aprender mais francês e ir viver no gelado Quebec. Lá eu garanto que o reitor não vai pra Disney com grana pública! Au revoir les enfants. Aujourd'hui je suis un petit fatiguée!





